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A Dupla

O mundo sempre dá voltas até colocar as coisas em seu devido lugar. A união de Diego e Victor Hugo, tanto pela amizade desde a infância, quanto pela música, é prova concreta disso. Não à toa são uma das duplas mais ouvidas do Brasil.
Diego nasceu em Brasília, foi morar em Goiás e depois na Uberlândia natal de Victor Hugo. Desde sempre é multi-instrumentista, afeito às cordas do violão e de sua paixão, a guitarra. Isso vem de berço, de escutar e ser estimulado pelo avô, que tocava viola caipira. Era a semente depositada em sua futura (agora presente) trajetória musical.
A mesma semente teve Victor Hugo, nascido na Uberlândia berço da dupla, nas rodas de viola que seu pai comandava e protagonizava entre amigos. Aos 10 anos ele pegou o violão e não mais largou
O ano de 1999 foi decisivo para os dois. Foi quando Diego mudou de mala, violão e guitarras para Uberlândia e eles começaram a participar como dupla de eventos musicais. Uma rádio local promoveu um concurso de música sertaneja - eles se inscreveram e ganharam.
O nome composto Diego & Victor Hugo apareceu com mais força e os bares azeitaram a química de palco. Faltava estúdio. E mais: as músicas na hora de registrarem em gravação. No carro, Victor Hugo escutava suas influências, como Jorge & Mateus, só que na hora que chegavam a eles propostas de canções de outros para gravarem, não se enxergavam ali. Victor Hugo, então, decidiu partir da teoria para a prática e começou a escrever.
As músicas começaram a repercutir, mas antes de o fazerem em suas vozes como dupla, apareciam como hits no repertório de outros artistas, que viam ali todo talento melódico depositado.
Eles gravaram um EP de cinco músicas, e uma das composições começou a ser disputada por outros artistas, entre eles o saudoso Cristiano Araujo, até o registro de Henrique & Juliano de “Calafrio”. A música e o nome da dupla explodiram no universo sertanejo. Já não era mais a dupla de sucesso na tradicional cidade do Triângulo Mineiro, mas no Brasil.
O nome deles começou a correr entre os músicos do gênero e o sucesso cresceu em créditos de composições. Jads & Jadson gravaram “Correndo Risco”, Matheus & Kauan registraram “Se Entrega”, entre outras, Simone & Simaria ficaram com “Amor Mal Resolvido”, Bruno & Marrone entraram em estúdio com música de Victor e até Wesley Safadão gravou duas canções.
O repertório ainda sobrava e, em uma noite na Uberlândia onde nasceram para a música, Diego & Victor Hugo registraram 20 canções que saíram no DVD ao vivo “Sem Contraindicação”, sendo 17 inéditas. Correu um ano e meio desde que o projeto nasceu até que fosse registrado. Eram 40 canções, que foram para votação entre os músicos e o produtor que os acompanha, Junior Melo, com década e meia de serviços prestados à música sertaneja e produção de alguns dos principais nomes do meio.
Nem assim conseguiram deixar de atender pedidos de outros artistas. O repertorio do show foi mudando justamente por isso. Tanto que uma das canções do set-list, “O Alvo”, foi composta cerca de duas semanas antes do show. E escolhida para parceria no palco com Henrique & Juliano, que igualmente participam do hit ‘Calafrio”.
“#Baladeira” foi a escolhida para o registro com Maiara & Maraisa, numa mescla de rural com reggaeton. Deataqe também para a parceria com Bruno & Marrone, “Sem Contraindicação”.
O sucesso do primeiro álbum preparou o terreno para o lançamento do EP “Querosene e o Violão”, em novembro de 2018, que funcionou como um aquecimento para a gravação do segundo projeto ao vivo da dupla. Composto por sete faixas inéditas, o EP conta com o sucesso “Infarto”, que já ultrapassa 26 milhões de streams nas plataformas digitais de áudio e incríveis 57.7 milhões de visualizações no YouTube.
E era chegada a hora de registrar o segundo DVD ao vivo da dupla. Pelo carinho e acolhida, Diego e Victor Hugo não tiveram dúvidas em escolher a capital federal para este novo álbum. A gravação em 26 de janeiro de 2019, no entorno do Estádio Nacional Mané Garrincha, com a apresentação de abertura da DJ Thascya e as participações especiais de Marília Mendonça, Zé Neto & Cristiano e Dilsinho. “Ao Vivo em Brasília” conta com 14 faixas inéditas e 6 regravações, dentre elas o hit "Infarto" em sua versão ao vivo, escolhido como primeiro single de trabalho do projeto.
Foram lançados dois EP’s com o conteúdo completo da gravação.
Em 22 de março o EP 1 - AO VIVO EM BRASÍLIA com as músicas: “Infarto”, “Do copo eu vim” com participação da Marília Mendonça, “Todo santo dia”, “Miseravelmente”, “A culpa é do meu grau” com participação de Zé Neto e Cristiano, “Áudio”, “King size” com participação do Dilsinho, “Que que cê me fala” e “Saudade tocando o terror”. No fim de maio, foi a vez do EP 2 com: “O Alvo”, Entregador de Flor”, “Faca Na Caveira”, “Mau Necessário”, “Prefiro Nem Perguntar”, “Bêbados Unidos” e “Procurando Metade”.

Natural de Brasília, Diego sempre demonstrou sua paixão pela música. Quando criança foi criado por sua avó na pequena cidade de flores de Goiás e mudou-se para Uberlândia em 1999.

Sempre foi influenciado pelo avô que tocava viola caipira e incentivava o neto da música. Compositor, segunda voz da dupla e multi-instrumentista de muita dedicação aos instrumentos de corda, Diego não esconde sua paixão por guitarras.

Nascido em Uberlândia foi criado sob os acordes da música sertaneja, sempre acompanhando o pai, que gostava de cantar em rodas de viola com amigos.

Aos 10 anos, Victor Hugo ganhou o primeiro violão, presente de um amigo de sua mãe. Começava aí o encanto pela música.

Atualmente Victor Hugo é um dos compositores mais gravados da música sertaneja tendo músicas gravadas nas vozes de: Bruno e Marrone, Henrique e Juliano, Maiara e Maraisa, Jads e Jadson, Simone e Simaria, Wesley Safadão, Munhoz e Mariano, Zé Neto e Cristiano entre outros.

Diego e Victor Hugo

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